Não importa se você vai elogiar ou dar sugestões, mas não saia dessa Sala sem deixar seu comentário!

quinta-feira, 13 de março de 2014

Já que sonhar (ainda) é grátis: Comida!


O site The Richest acaba de divulgar uma lista com as dez comidas mais caras do mundo. Então, se você não sabe como gastar seu dinheiro, aí vão algumas dicas.

Image: An official presents a truffle on Novemb 
 
Italian White Alba Truffle – $160,406
 
As trufas são itens caros, mas nenhuma tão cara quanto a versão alba branca italiana. Esse item têm se tornado difícil de cultivar, o que explica o preço exorbitante. Uma enorme trufa alba branca que ficou em torno de 1,51 kg, foi vendida por mais de US $ 160.000. 

2 

Almas Caviar – $25,000
 
O caviar Almas é um alimento extremamente raro do Iran. Caviars normalmente já são caros, mas a raridade deste item torna ainda mais caro. A única loja que vende este item é a Caviar House & Prunier localizada em Picadilly, em Londres. A loja empacota o caviar o coloca em uma lata feita de ouro 24 quilates. O preço de venda é de $ 25.000. 

3 

Yubari King Melons – $22,872
 
Não, estes não são os melões comuns que você costuma encontrar no supermercado. Os melões Yubari Rei são cobiçados por causa da sua proporção e doçura. Esses itens são tão procurados que alguns leilões são conduzem a sua venda. Em 2008, mais de 100 frutos estavam em um bloco. 

4 

Densuke Black Watermelon – $6,100
 
Melancias negras são itens raros, especialmente a variedade Densuke que só é cultivada na ilha de Hokkaido, no Japão. A colheita normalmente rende apenas algumas dezenas de frutas. O que o torna especial, além de sua raridade? Sua dureza e nitidez são simplesmente perfeitas, além disso, o nível de doçura é apenas incomparável.

5 
 
Domenico Crolla’s Pizza Royale 007 – $4,200 

Domenico Crolla é um chef escocês conhecido por colocar retratos em suas criações de pizza. Ele decidiu criar a Pizza Royale 007, embora os produtores dos filmes de James Bond não terem encomendado. Era uma torta de 12 polegadas, cheio de lagostas marinadas em conhaque, caviar embebido em champanhe, molho de tomate, salmão defumado escocês, prosciutto, medalhões de veado, e vinagre balsâmico vintage. Acima disso de tudo, há flocos de ouro de 24 quilates.

6 
 
Bombay Brassiere’s Samundari Khazana Curry – $3,200
 
Bombay Brasserie decidiu criar um prato inovador. Então, foi reunindo os ingredientes. Caranguejo Devon? Ok. Trufa branca? Ok. Caviar Beluga em folha de ouro? Ok. Há também lagostas revestidas de ouro, quatro escoceses abalones, e quatro ovos de codorna recheados com ainda mais caviar.

7 

Craftsteak’s Wagyu Ribeye Steak – $2,800
 
Carne Wagyu é um item procurado por seu alto percentual de ômega-6, ácidos graxos e ômega-3. O melhor do lote é o de Kobe, da prefeitura de Hyogo, no Japão. As vacas criadas lá são alimentados com cerveja e são massageadas regularmente para garantir ternura. Um bife Wagyu completo em Craftsteak em Nova York, já foi servido por $ 2.800.

8 
 
Zillion Dollar Lobster Frittata – $1,000
 
Omeletes são muito fáceis de cozinhar! Tudo que você precisa é de alguns ovos, temperos e outros ingredientes que desejar. Em Le Parker Meridien, Nova Iorque o restaurante chamado Norma deu um salto gigante, acrescentando garras de lagosta e 10 gramas de caviar Sevruga em seis ovos. O resultado é o omelete de mil dólares. Uma versão reduzida apresenta apenas 10% do caviar. 

9 

Westin Hotel Bagel – $1,000

Esta criação de Frank Tujague, o Chef Executivo do Westlin Hotel em Nova York, inclui uma pequena quantidade de creme de queijo, de trufa branca e goji berry Riesling (geléia que tem folhas douradas).

10 

Mattake or Matsutake Mushrooms – $1,000
 
O mattake ou matsutake é o cogumelo mais caro do mundo. Este é um cogumelo altamente cobiçado que pode ser encontrado na Ásia, América do Norte e na Europa, especialmente no Japão, China, Coréia, Estados Unidos, Canadá, Finlândia e Suécia. O mais popular é aquele associado com a Red Pine japonês. É geralmente escondido sob as folhas caídas no chão da floresta. Embora simples de colheita, é extremamente difícil de encontrar. A colheita anual no Japão é de apenas menos de mil toneladas.
 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Trilha sonora do dia: As mulheres que nomearam músicas!


Pessoal,

Como no sábado foi Dia das Mulheres, decidi postar uma lista com músicas inspiradas em mulheres, tanto que as canções receberam seus nomes. 

Anna Júlia (Los Hermanos)
A musa da música foi a então estudante de jornalismo da PUC do Rio de Janeiro Anna Júlia werneck. A letra foi escrita por Marcelo Camelo, mas quem era apaixonado pela garota era o produtor da banda.

Bete Balanço (Barão Vermelho)
A canção faz parte da trilha sonora do filme homônimo de 1984 e foi encomendada. A dupla Cazuza/Frejat fez a música inspirada na personagem de Débora Bloch, uma jovem que vai para o Rio de Janeiro para tentar seguir a carreira de cantora.

Carolina (Seu Jorge)
Depois de receber um não ao pedir uma menina em namoro, Seu Jorge compôs a música para que todas as outras Carolinas o admirassem, disse o cantor em entrevista ao projeto Natura Musical.

Dora (Dorival Caymmi)
O músico baiano estava no Recife quando fez a música. Ele viu passar um cordão de carnaval, apesar de ainda não ser época da folia de Momo. A banda tocava um frevo rasgado e, de repente, Dorival observou uma mulata. Para ele, ela não era real, era divina. Na mesma noite, ele fez a música quase toda.

Eva (Rádio Táxi)
A música que fala de um futuro apocalíptico foi uma imposição da gravadora da Rádio Táxi, que não via um hit no segundo LP da banda. Eva era uma das canções mais executadas na Itália e não foi gravada com muita empolgação pelos músicos, mas o público começou a pedi-la nos shows.

Flora (Gilberto Gil)
Gil fez a música para sua atual esposa, Flora. Desde a época da composição, no início do anos 1980, ela já era a musa do cantor.

Gabriela (Tom Jobim)
O poetinha se inspirou na obra de Jorge Amado para compor Gabriela. O livro ganhou várias adaptações e recentemente uma delas foi exibida na Rede Globo.

Hilda Regina (Bruno Batista)
Em entrevista, Bruno Batista disse ter se inspirado em uma amiga. No entanto, a garota não é trambiqueira e muambeira, como a personagem da música.

Iracema (Adoniran Barbosa)
A letra foi inspirada em uma mulher atropelada pelo "progressio". Adoniran se inspirou em uma notícia de um jornal e narra a morte de Iracema. A música é um protesto do compositor contra o fato de a cidade grande engolir o ser humano.

Janaína (Biquini Cavadão)
Bruno Gouveia se inspirou em uma moça que trabalha há anos na casa de sua família e na verdade não se chama Janaína. Um dia depois de tocar no subúrbio de Nova Iguaçu, onde morava a garota, Bruno ficou impressionado com a distância e perguntou como ela fazia para chegar cedo todos os dias. Com um sorriso no rosto, a musa contou a história.

Kelly (Labaredas)
A música parece homenagear a filha do compositor. Ele diz: "És o melhor presente que o Senhor me deu". No fim ainda tem o trecho: "Você é pra mim um pedaço de mim. Ô Kelly, ôôô Kelly".

Lady Laura (Roberto Carlos)
O Rei homenageou a mãe através dessa canção. Laura era uma costureira discreta e religiosa. Ela dedicava uma atenção especial ao filho caçula, Roberto Carlos. Outras músicas como Aquela casa simples também foram dedicadas a Laura, que ensinou as primeiras notas no violão para o músico.

Maria Maria (Milton Nascimento)
A letra retrata a história de Maria, que tem três filhos e morava na beira do trilho de trem. Ela colocava os filhos para estudar. Para o compositor, a personagem é um exemplo para a alma de cada um. A voz de Elis Regina também cantou os versos do mineiro em Maria Maria, criada para o trilha sonora do primeiro espetáculo do grupo de dança Corpo.

Nina (Chico Buarque)
O cantor a definu como uma "valsa russa". Segundo Chico, a canção nasceu com cara de russa. A faixa, do disco Chico, de 2011, é mais uma homenagem às mulheres, como Carolina, Januária, Rita, Teresinha e Beatriz.

Odara (Caetano Veloso)
De acordo com Caetano, a palavra vem do dialeto africado oineba e é usado quando se quer dizer "estar bem", "ser bom", "sentir-se feliz". Porém, a música causou polêmica. Ativistas da esquerda brasileira consideraram a música uma forma de alienação, durante a ditadura.

Paulinha (Armandinho)
Uma paixão que não durou foi a inspiração para a música. O cantor escreveu a letra por causa de um romance antigo.

Quitéria - A culpada foi Quitéria (Bezerra da Silva)
Na música de Bezerra da Silva, Quitéria é culpada por provocar uma briga. No fim, tudo acaba bem.

Risoflora (Nação Zumbi)
Chico Science fez uma homenagem para Maria Duda, que na época era sua namorada. Quando o cantor faleceu, o casal não estava mais junto. Em entrevista concedida à MTV, a musa disse que o xaveco tinha sido bom.

Soraya Queimada (Zéu Britto)
Trilha do filme Meu tio matou um cara, Soraya Queimada era tema da personagem de Deborah Secco. Mas a música não surgiu por causa do filme. O baiano Zéu fez a música quando tinha 14 anos. Ele sofreu uma desilusão amorosa na escola com uma menina que "queimou" seu filme com todos os colegas.

Tereza da praia (Tom Jobim e Billy Branco)
No livro Tirando de letra, Billy disse que “Tereza da Praia é uma figura absolutamente fictícia”. No entanto, Tom Jobim foi casado com uma Tereza e outras pessoas com o mesmo nome passaram pela vida dos dois. Billy, inclusive, tem outra música que conta com a participação de uma Tereza.

Vera Gata (Caetano Veloso)
Caetano se inpirou na atriz Vera Zimmerman para compor a música. Eles viveram um romance rápido e, meses depois, o cantor procurou Vera para mostrar uma fita com a música gravada. Vera já era atriz antes de ser musa de Caetano, porém ficou mais conhecida após a homenagem.

Wânia - Melô da musa (Mundo Livre S/A)
"Que violência" anuncia Fred 04 no início da música. A letra diz que todas as mulheres são quase todas muito iguais, mas algumas menos que outras. Depois, começa a exaltar os atributos de Wânia.

Xanduzinha (Luiz Gonzaga)
A música foi inspirada na história do Território Livre de Princesa. Luiz Gonzaga fala sobre o romance entre Marcolino, amigo de Lampião e cunhado de José Pereira, e Xanduzinha.

Yayá boneca (Ary Barroso)
O compositor exalta a admiração pela musa."Dona do meu coração/Ai ai como é bonita/Ai ai como é formosa". No fim, ele ainda suplica pelos beijos dela.

Zoraide (Ultraje a Rigor)

A canção seria uma brincadeira do vocalista Roger com ele mesmo. Zoraide teria sido inspirada pela mulher do cantor, Solange.

Aqui tem uma playlist com todas as músicas:
http://www.youtube.com/watch?v=7qPJ2e3y7eY&list=PL9cJfzvz-Z7cSbD9ixzH2wJ0iOg0Ns_tN

Fonte: Site Divirta-se Uai


segunda-feira, 10 de março de 2014

Filme: 300 – A Ascensão do Império

Criticar um filme é algo bem complexo. Classificá-lo como bom ou ruim é mais difícil ainda... Ainda não assisti ao filme de hoje, afinal ele estreou no fim de semana e eu não consegui ir ao cinema.

Mas, lendo vários sites vi que as opiniões estão bem divididas. Sendo assim, vou colocar os dois posicionamentos. Alguém já viu? Gostaram?

O que vocês acham de sempre colocar uma crítica positiva e outra negativa?

Vamos lá!


Crítica de quem curtiu:

No primeiro filme da série 300, o diretor Zack Snyder conseguiu o prodígio de transformar a graphic novel original numa espécie de história em quadrinhos em movimento. Por meio de tecnologia de ponta – o chamado cutting-edge virtual –ele não apenas movimentou a estrutura plana dos comics como imprimiu ao visual uma textura peculiar, como se velhos relevos adquirissem vida. Tudo isso foi muito impressionante, mas não foram poucos os críticos que inventaram que a saga dos 300 gregos que derrotaram o império de Xerxes seria "fascista".

O israelense Noam Murro, que agora dirige 300 – A Ascensão do Império, quis, acima de tudo, evitar que essa acusação lhe fosse feita. Na abertura do filme, Leônidas (Gerard Butler) já está morto e seu substituto, à frente dos gregos, Temístocles, passa o tempo todo fazendo discursos sobre a importância da resistência da democracia grega ao império dos persas, esse sim, totalitário (e fascista). Xerxes é esculpido como um deus por Artemísia e, quando ela tenta seduzir Temístocles, o espectador fica meio em dúvida se ela queria sujeitá-lo a seus encantos ou simplesmente confirmar, como proclama, que ele é humano e, portanto, não é um deus (como Xerxes).

Na saída da sessão de imprensa de 300 – A Ascensão do Império, mais de um crítico saiu torcendo o nariz. "É um comic", diziam. Lógico que é um comic, uma HQ em movimento. Esse é o conceito, e posto que se trata da base de tudo, talvez seja uma virtude, não um defeito. Para encurtar a discussão, o que Murro traz para a série é um interessante desenho de personagens. Xerxes fica maior – e Rodrigo, como já se disse, penou para mantê-lo humano. Artemísia, consumida pela vingança, é uma diaba no seu desejo de destruir a armada grega. Mas ela é bela, perigosamente bela, o que aumenta o perigo dos homens.

Fonte: O Estadão

Crítica de quem não curtiu:

Ainda que seja bastante competente em emular a estética do primeiro 300, em especial o alto contraste e as câmeras lentas estilosas, a assinatura de Zack Snyder, 300 - A Ascensão do Império (300 - Rise of an Empire) não chega nem perto da bravata machona do longa de 2007. Se o original cativou o público com ação e frases de efeito tão cortantes quanto os golpes de Leônidas, falta bravata e sobram discursos professorais à sequência.

O australiano Sullivan Stapleton vive o general Temístocles, uma lenda entre os atenienses ao liderar os exércitos gregos contra as tropas do imperador persa Dario. O filme o acompanha desde o primeiro confronto com os conquistadores do Oriente Médio até os eventos que aconteceram simultaneamente à defesa das Termópilas (a de 300) e alguns meses além. Assim, 300 - A Ascensão do Império conta uma história paralela, que começa antes e termina depois do longa original.

Stapleton, que já não tinha o charme de Gerard Butler (o Leônidas, que só aparece em uma breve cena), é prejudicado pelo roteiro, que insiste em transformar discursos pré-batalha em palestras de auto-ajuda. Temístocles explica suas estratégias o tempo todo, fazendo a ligação com os eventos de 300 de maneira quase vexaminosa. O grego não perde uma oportunidade de lembrar seu plano-mestre para a união da Grécia.

Enquanto conta a história de Temístocles, o longa também narra os acontecimentos no front persa. Rodrigo Santoro começa humano como Xerxes, o filho de Dario, e sua transformação em Deus-Rei é revelada. O brasileiro interage quase que exclusivamente com Artemísia (Eva Green), a comandante das frotas persas e o melhor elemento do novo 300. A guerreira consegue ser mais machona que Temístocles e sua cenas são as mais interessantes do filme - bem como a personagem em si, cujas motivações e reações são devidamente desenvolvidas. Pena que sua cena de sexo tenha uma pausa para entrada de alívio-cômico, como se para não constranger o público, que merece apenas os rios de sangue digital que fluem da tela.

Entre erros e diversas tentativas de repetir sequências do primeiro, ao final, fica a certeza de que as diferenças entre a continuação e o primeiro filme são tão gritantes quanto atenienses e espartanos. É como se o original, em que os guerreiros de Leônidas caçoam dos vizinhos, já profetizasse o que sairia de uma continuação tendo justamente esses "filósofos e amantes de meninos" (LEÔNIDAS, Rei - 2007) como protagonistas.

Fonte: Omelete

quarta-feira, 5 de março de 2014

Humor: O carnaval acabou! Hora de voltar ao trabalho...









Você sabia? Chocolate!

uberlandia_chocolate_montagem (1)

Ah… o bom e velho (e delicioso) chocolate… Só de pensar a boca já enche de água, mas a consciência – sempre ela! – também enche de culpa, né? Calma, calma! Se você é fã dessa maravilha e faz sempre questão de cuidar da saúde, nós selecionamos 5 bons motivos para você se deliciar sem culpa! Confira!

1. Endorfina + dopamina
Os nomes esquisitos são possivelmente responsáveis pela sensação de bem-estar que uma barra de chocolate é capaz de causar. Alguns cientistas acreditam que essa delícia seja capaz de aumentar a produção dessas substâncias relacionadas ao relaxamento. É ciência, não é TPM!

2. Aliado contra o câncer
Há alguns anos, pesquisadores da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, divulgaram que o chocolate pode ajudar a combater o câncer de intestino, já que algumas moléculas presentes no cacau, chamadas de procianidinas, têm propriedades antioxidantes, que serviriam para proteger as células das degenerações do tumor. Ponto pra ele!

3. Amigo do peito
Cientistas da Universidade de Linkoping, na Suécia, descobriram que a versão amarga (rica em cacau) do chocolate inibe uma enzima no organismo conhecida por elevar a pressão arterial. O resultado positivo para o coração é atribuído às catequinas e procianidinas, antioxidantes encontrados nessa maravilha.

4. Gravidez
Uma pesquisa da Universidade Yale, nos Estados Unidos, sugere que mulheres grávidas que saboreiam a delícia ao menos cinco vezes por semana estão 40% menos propensas a desenvolver pré-eclâmpsia do que aquelas que a consomem menos de uma vez. O composto teobromina, encontrado principalmente nas variedades amargas e meio-amargas, pode ser o responsável pelo benefício.

5. Desgaste físico

Dois levantamentos realizados por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, concluíram que leite com chocolate é a melhor bebida para se recuperar da atividade física. Os benefícios estariam na quantidade de carboidratos e proteínas da mistura (já sobre as calorias… melhor não comentar).