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quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Re(começo) e Doação de Sangue!

sexta-feira, 10 de julho de 2015
Paradigmas da modernidade: a vida das mulheres!
Às vezes, olho para a minha mãe e penso que nunca poderei ser uma mãe como ela, muito menos como a minha vó. Como cheguei à essa conclusão? Melhor recapitular a história...
Por outro lado, pode ser que a resposta não seja a gestão do tempo, mas sim as escolhas de vida que fazemos, já que nós (mulheres) não somos obrigadas a trabalhar. Será que não? Então, quem irá pagar as despesas da casa, a escola do filho, o convênio médico, as roupas, os remédios? Só o homem? E, se o dinheiro não for problema, onde fica a realização profissional da mulher, todo o seu potencial e todos os seus sonhos? Assim, parece-me que trabalhar continua sendo necessário para o bolso e para a autoestima e autorrealização.
É mais do que óbvio que sou contra as conquistas das mulheres (de maneira nenhuma!), até porque sou uma dessas "mulheres modernas", que se beneficiou da conquista de todas aquelas que, no passado lutaram, e daquelas que ainda continuam lutando para que tenhamos respeito pelo que somos, enquanto mulheres, mães, esposas e profissionais.
Enfim, não tenho respostas, apenas questionamentos e reflexões... Paradigmas de uma vida moderna!
Ps. Por que eu chamei de paradigma? Só o meu professor de epistemologia para explicar! hahaha...
Thina
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Texto: Sobre o dia dos namorados e outras tantas datas de dar presente
E antes que alguém ache que eu não gosto de dar e nem de receber presentes, já vou logo avisando: eu adoro! Não sou contra mimos nem presentes. Eu gosto e tenho certeza que você também, afinal eles também são gestos de carinho. No entanto, já parou para pensar no que está sendo mais pesado nesta balança? O que você sente e faz todos os dias pelo seu namorado(a) ou o presente que você compra no dia dos namorados? Se for o presente, ainda dá tempo de equilibrar essa balança, tirando algumas doses de consumo e acrescentando algumas pitadas de amor.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Comportamento: Ele é músico, e daí?
Thina
sábado, 16 de novembro de 2013
Comportamento: Estar disposto!
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Organização e Faxina

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
É carnaval!!!
Hoje é Carnaval!!
Por isso o Sala deseja a todos boas festas, mas com muita responsabilidade!
Podem pular, dançar, aproveitar... Mas se abusar de mais, acaba com a festa de todo mundo!
Por isso, juízo galera!!
E bora festar!
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Sobre o BBB...
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Escolhas de uma vida
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Aprenda a chamar a polícia
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Receita da Dona Cacilda
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Cuide bem do seu amor
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Cascão e Cebolinha em Amizade
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Colaborador: Artur Queiroz - Como você quer perder?
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Aprendendo a desaprender

Passamos a vida inteira ouvindo os sábios conselhos dos outros. Tens que aprender a ser mais flexível, tens que aprender a ser menos dramática, tens que aprender a ser mais discreta, tens que aprender... praticamente tudo. Mesmo as coisas que a gente já sabe fazer, é preciso aprender a fazê-las melhor, mais rápido, mais vezes. Vida é constante aprendizado. A gente lê, a gente conversa, a gente faz terapia, a gente se puxa pra tirar nota dez no quesito "sabe-tudo". Pois é. E o que a gente faz com aquilo que a gente pensava que sabia?
As crianças têm facilidade para aprender porque estão com a cabeça virgem de informações, há muito espaço para ser preenchido, muitos dados a serem assimilados sem a necessidade de cruzá-los: tudo é bem-vindo na infância. Mas nós já temos arquivos demais no nosso winchester cerebral. Para aprender coisas novas, é preciso antes deletar arquivos antigos. E isso não se faz com o simples apertar de uma tecla. Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros. Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz. Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os dias passam cheios de oportunidades.
A solução é voltar ao marco zero. Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima. Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.
Martha Medeiros















