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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Colaborador: Artur Queiroz - Como você quer perder?


Ei Pessoal!

O texto de hoje é do colaborador Artur Queiroz! Já disse outras vezes, mas continuo ressaltando o quanto sou fã do que ele escreve. Espero que em breve ele venha fazer parte dessa equipe definitivamente, não é Sr. Artur? hehehe...

beijão,
Thina

Como você quer perder? 

O que faz um ser-humano se não as relações construídas durante todo o caminhar de sua existência?

É isso que define o caráter, a personalidade, o senso do certo ou errado.

Por isso, todo e qualquer tipo de relação é importante. Sejam elas relações familiares, conjugais, relações construídas em um meio religioso, acadêmico, de trabalho, etc.

Conviver apenas com a família e os amigos não é suficiente. É preciso conhecer pessoas, conviver com elas, assim como é preciso trabalhar e precisar sustentar a si próprio para descobrir o verdadeiro valor do dinheiro. É preciso perder alguém (em todos os sentidos que você conseguir imaginar agora) para descobrir que esse alguém faz falta.

É preciso aprofundar muito na vida de um indivíduo para descobrir que ele, na verdade, são duas pessoas distintas. Por fora um anjo, por dentro um demônio.

No entanto, é impossível construir relações com “garantias de fábrica”. Isso não existe. Por mais que tentemos, não é possível conhecer tão bem uma pessoa a ponto de descobrir o que ela está pensando ou por que está agindo de uma maneira ou de outra.

Talvez por isso seja tão difícil lidar com as perdas. Uma perda é, na verdade, o efeito colateral de uma relação. Um dia isso acontece. Fato!

Mais difícil que uma perda é o momento que a antecede. Aquele momento em que se manifesta a angústia, a ansiedade, as dúvidas e as incertezas. A expectativa do que acontecerá mais tarde. O que será que se passa na cabeça do outro?

Acontece que esse “efeito colateral” pode se manifestar de duas formas distintas. E isso depende de como se deu a construção da relação em questão.

Aquelas relações construídas por meio de falsidades e perversidades certamente não acabam bem. Sendo assim, a perda deixará apenas feridas, ódio, raiva, rancor e tristeza. Depressão.

Por outro lado, existem relações construídas por meio do respeito e da fidelidade. Alicerçadas em sorrisos e gargalhadas. Construídas através do “preocupar-se um(uns) com o outro(s). Construídas através de olhares compassivos. Nesse caso, a perda deixa saudades, deixa boas lembranças.

Enfim, o ideal é evitar a perda. Afinal, não é algo muito agradável. Porém, a forma como tudo termina depende de como tudo se deu. Portanto, faça sua escolha.



quinta-feira, 3 de março de 2011

Tempestade. Colaborador: Artur Queiroz

Ei Pessoal,


Boa Tarde!


Já que estamos nesse clima super gostoso de finzinho de semana, decidi postar  hoje um texto feito com todo carinho pelo colaborador Artur Queiroz. Como os colaboradores fazem parte da nossa história pedi à ele que fizesse algo especial para nós, afinal estamos em clima de comemoração. E ele caprichou viu!


Beijão,
Thina




TEMPESTADE

Terra à vistaaa!
Ao privilegiar aquela paisagem, meus olhos se encheram d’água! Tamanha era a alegria de imaginar-me seguro, em terra firme!
Conseguia enxergar imensos pomares, grandes plantações, tudo irrigado naturalmente ao caminhar de uma estrada longa e tortuosa, no entanto, sonhada, desejada.
Certamente encontraria muitos perigos ao caminhar dessa estrada. Não somente pedras, mas algumas montanhas no caminho, penhascos e despenhadeiros.
Ainda assim eu queria aportar nessas terras, trabalhar e desfrutar das maravilhas propostas por ela. E claro, queria seguir essa estrada, ainda que de pés nus, até o fim, pois contava com o apoio fiel de um Guia que não nos deixaria só.
Lançar âncoraaass!
Já podia sentir o calor dos primeiros raios de sol tocar o meu rosto. O sabor de água doce, o frescor da brisa da tarde e o cheiro de terra molhada!
Deus meu! Consigo ver o céu avermelhado em várias nuances enquanto o sol se esconde por trás do mar azul que se revela infinito aos meus olhos.
Antes que fosse possível levar toda essa sensação ao tato e experimentar a felicidade sólida e concreta, um traiçoeiro piscar de olhos leva-me novamente à escuridão da realidade.
De bombordo à estibordo só há água salgada e ventos fortes que me tiram as forças, que me levam as esperanças e gelam meus sentidos. Que me fazem desejar o fim do meu tempo.
Ao perder de vista aquela paisagem, meus olhos se encheram d’água! Tamanha é a tristeza de enxergar somente a tempestade e não crer na bonança.


Artur Queiroz




terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Humor: Rap da Armas para todos os gostos!

Bom dia Pessoal!


O humor de hoje foi indicado pela colaboradora Juliana Assis. O vídeo contém as variações da música Rap Das Armas, trilha sonora do filme Tropa de Elite, no piano e também no acordeon, pelo Maestro Vinheteiro. Dentre as versões transcritas estão a Versão Tango, Versão Gaúcha, Versão Polka, e Versão Mozart. É uma mistura de talento, humor e sátira! =)


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Isso só acontece comigo! Colaborador: Artur Queiroz

Bom Dia Pessoal!

O texto de hoje é do colaborador Artur Queiroz. Um grande amigo, músico e publicitário.

Vale à pena ler! =)

Ótimo fim de semana!

beijão,
Thina

Isso só acontece comigo!

Ei! Psiu!
Você aí!
Éééééé! Você mesmo!
Não, não! Não é ele não! É com você mesmo que eu tô falando!
Ééééé!!!
Então... Por um acaso, você já passou por alguma situação tão improvável que chegou a pensar algo do tipo:
“- Putz! Isso só acontece comigo!” ?
Isso mesmo!!! Situações inacreditáveis, impossíveis de acontecer que, num belo dia, pronto!Acontece com você!
Tenho certeza que você já entendeu o que eu disse, mas, pra não deixar dúvidas, vamos a um exemplo:
Imagine o cenário de Uberlândia!
Joe Barato no seu carro (acabara de sair da oficina!), às 15h de uma segunda-feira, Avenida Afonso Pena, em frente à Praça Tubal Vilela, aquele sol de estourar mamona e o sinal fecha! Joe para, aguarda, ops, sinal verde! CADÊ A EMBREAGEM? Nada funciona! Nem a primeira marcha entra! Todo mundo buzinando! E o pior: daqui a 1 hora ele tem uma entrevista de emprego! A sua chance de abandonar a vida de desempregado!
- NÃO ACREDITO! ISSO SÓ ACONTECE COMIGO!
Provavelmente foi isso o que ele pensou!
Mas Joe se acalma, com muita paciência (e força) engata a primeira e vai assim mesmo! Até encontrar algum estacionamento com vaga! No caminho, TODOS os semáforos fechados!
Ele chama o guincho e leva o carro pra oficina rezando pra ser apenas um cabo solto!
Ilusão! Quebrou a peça inteira! Tem que trocar tudo!
Tudo bem! Joe respira, pensa na última parcela do seguro desemprego indo por água abaixo e manda consertar o carro!
Em seguida, chama um moto-táxi e vai pra entrevista, mas... no meio do caminho o pneu fura!
- NÃO ACREDITO! ISSO NÃO PODE ESTAR ACONTECENDO!
Calma e respira! Isso ESTÁ ACONTECENDO! Ele paga meia-corrida pro moto-taxista e continua a pé... ou melhor... correndo!
Faltando apenas dois quarteirões pra chegar no local da entrevista, desaba um temporal! RONDON PACHECO! A rua enchendo de água e Joe abraçado no poste!
- NÃO ACREDITO! DINOVO NÃO!
A chuva passa, a água da Rondon abaixa e ele, literalmente destruído, segue rumo ao local da entrevista! Ao chegar lá, FECHADO!
- NÃAAAAAAO!!!
Tudo bem! Joe respira e vai ao ponto de ônibus mais próximo!
Depois de 45 minutos o ônibus chega! Ao entrar, ele encontra um banco desocupado!
- ATÉ QUE ENFIM A SORTE SORRIU PRA MIM!
Senta-se ali mesmo e ainda tira um cochilo!
Ao chegar no Terminal Central, ele se levanta e... CADÊ A MINHA CARTEIRA! É provável que a água tenha levado!
Joe fica ali umas 2 horas assinando alguns papéis, dando algumas explicações e depois é liberado!Ao sair do Terminal, ele é assaltado! Levaram seu tênis e seu celular (com toda a sua agenda! inclusive o número do lugar em que seria entrevistado pra uma vaga de emprego!).
Novamente a pé, ele volta à oficina, pra buscar o carro e vai embora!
Voltando pra casa, descendo a Nicomedes, um flash!
- RADAR!!!
O mecânico esqueceu o velocímetro desligado! Joe nem reparou que estava a mais de 70km/h!
- MULTA POR EXCESSO DE VELOCIDADE!
Tá bom! Não adianta chorar! Ele continua até chegar à sua casa!
Chegando lá, liga a secretária eletrônica e vai ouvir as mensagens deixadas pra ele! É sua namorada (ou melhor, EX-namorada) dizendo:“- Você me esqueceu plantada aqui na porta do meu trabalho pela terceira vez! Não me venha mais com desculpas! Me esquece! Fui!”
- O QUE MAIS ME FALTA?


E aí? Se identificou com alguma dessas situações? Imagino que tenha muita história assim pra contar!

Quanto ao nosso herói... Você já deve estar pensando: “E aí? Oque aconteceu no final?”

Bom... Joe Barato foi dormir sem jantar (O gás acabou!) e sem tomar aquele banho (A caixa d’água estava vazia!). Está lá, contando carneirinhos ouvindo o som alto da festa do vizinho!

Obs: Quando passar por alguma situação impossível, lembre-se:
- VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO


Para conhecer mais do nosso colaborador acesse: http://arturqueiroz.blogspot.com (Eu recomendo!).

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Livro: Quatro Estações – Stephen King


Ei Pessoal,

A indicação de livro dessa semana ficou por conta da colaboradora Juliana Assis.

Ótima semana e Boa Leitura!

Equipe Blog Sala de Espera

 
Hoje eu indico um livro mais clássico e um pouco “das antigas”, rs. Quatro Estações foi escrito pelo mestre do terror e suspense americano Stephen King (que, por sinal, eu adoro).

Embora um pouco diferente da linha habitual que King costuma seguir, o livro traz quatro histórias muito bem elaboradas e bastantes interessantes, baseadas no dia-a-dia de personagens comuns.

A primeira história é titulada de “Primavera Eterna”, na qual o autor escreve sobre a injusta condenação de um homem à prisão perpétua, servindo como ponto de partida para se falar sobre o desejo de liberdade. Este capítulo do livro gerou o que, para mim, é um dos melhores filmes de todos os tempos: Um Sonho de Liberdade. A excelente adaptação, que já é um pouco antiga, foi protagonizada pelos atores Tim Robins e Morgan Freeman.

A segunda história vem com o título “Verão da Corrupção”. A narração gira em torno da perda da inocência por meio da estranha relação entre um senhor torturador nazista e um rapaz de apenas 13 anos de idade fascinado pelo terror do III Reich. Deste conto também foi feita uma adaptação que veio ao cinema como o filme O Aprendiz.

A terceira narrativa foi denominada de “Outono da Inocência” e tem como tema o rito de passagem da juventude para a maturidade, utilizando-se das reações de um grupo de adolescentes confrontados com a morte ao se verem diante de um cadáver. E como era de se esperar, mais um filme foi feito com base no trabalho de King: Conta Comigo.

O quarto e último conto veio com o nome de “Inverno no Clube”, que trata da luta de uma jovem para conceber seu primeiro filho a qualquer custo. Este foi o único capítulo que não foi adaptado para o cinema.

Acredito ser este um livro bem interessante que vale a indicação. Bom, é isso. Vamos tirar o pó da estante, espantar as traças e começar a leitura, rs!

=)

Juliana


sábado, 20 de novembro de 2010

Você conseguiria viver sem internet?

O que você faz quando a sua internet resolve não funcionar?




Ou melhor, como seria a vida sem internet? Pensando nisso a galera do Scriptease.TV (www.scriptease.tv) fez um vídeo que retrata de forma criativa como seriam determinadas situações sem os meios de comunicação como Orkut, Facebook, Twitter, MSN ou de pesquisa como o Google Maps.

Caso não houvesse internet, talvez eu devesse te emprestar o DVD com a gravação dos posts (que provavelmente não seria devolvido), mandá-lo via correio, ou te ligar para avisar que iria até a sua casa levá-lo para você ler e assistir. Quem sabe eu chegaria bem na hora da sua festa de aniversário, na qual não fui convidada, pois sequer te dei os parabéns quando liguei, porque não tinha o Orkut ou Facebook para me lembrar?

Brincadeiras à parte, vale a pena conferir o vídeo e observar o quão dependentes somos dessa ferramenta tão importante que facilita as nossas vidas (ou não).

Dayana

Video: Scriptease #53 - A Vida sem Internet!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Nem tudo que parece ser...é!!

Bonita essa moça, não? Deve ser burra! Ele gosta de música erudita? Deve ser um chato pseudo intelectual! Uma mulher tão linda com um homem tão feio? Ele deve ser rico! Ela gosta de ler sobre moda e beleza? Deve ser fútil! 

Será que tudo que parece, realmente é do jeito que pensamos?

 
São tantos os estereótipos criados pela sociedade que daria para fazer uma lista quilométrica! Por que generalizamos tanto as coisas? Por que às vezes achamos que pensar de determinada maneira sobre determinadas situações é a forma correta? Será que Nelson Rodrigues estaria mesmo certo quando vivia proferindo a frase de que “toda unanimidade é burra”?

Acredito que se partirmos da idéia que há pontos de vista diferentes, que nenhum ser humano é igual e devemos aceitar essa diferença, já é um grande caminho para melhorarmos nossas relações no mundo.

Dar uma chance para entendermos quem é o outro, a situação, sem preconceitos, e ver que tudo é relativo, pode ser mais prudente e sensato ou gerar vínculos com pessoas que acrescentarão tanto à sua vida, como nunca poderia imaginar!

É difícil fazer isso? Muito! A primeira impressão pode ser superficial e a nossa natureza rema para o lado contrário! Apesar disso, posso dizer com certeza que se existisse uma regra, também haveria a sua exceção, e às vezes são justamente nas exceções que encontramos as coisas mais interessantes!

Além disso, evitar julgamentos precipitados também pode evitar situações embaraçosas e confusões futuras.

Você concorda?

Juliana

Video: Nem tudo é o que parece - Não julgue tão rápido

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Filme: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres. Uma história surpreendente!!

A indicação de hoje é o filme Os Homens que Não Amavam as Mulheres. Trata-se de uma adaptação da primeira parte da trilogia de livros da série Millenium, do autor sueco Stieg Larsson. O sucesso dos romances na Europa e Estados Unidos, que também serão adaptados para o cinema americano, deu origem a este longa-metragem dirigido pelo dinamarquês Niels Arden Oplev.

O filme gira em torno do desaparecimento de Harriet Vanger na ilha de Hedeby, um local que é quase propriedade exclusiva da poderosa família Vanger. A trama se desenvolve a partir da contratação do jornalista investigativo da revista Millennium, Mikael Blomkvist, o qual posteriormente se juntará a investigadora Lisbeth Salander, levando o filme a um desenrolar surpreendente.


Excelente adaptação, mas o que mais me chamou a atenção foi a personagem Lisbeth: uma hacker tatuada, coberta de piercings e anti-social, uma mocinha (ou heroína) nada convencional comparada às das obras em geral. O interessante disso é ver como às vezes criticamos determinadas pessoas por suas atitudes ou forma de ser sem sequer pararmos para pensar o que aconteceu em suas vidas para deixá-las assim.


Apesar de ter um início um pouco confuso, as situações propostas no filme vão se ligando de forma extremamente inteligente e peculiar. Para quem gosta de um bom suspense, acredito que vale à pena acompanhar as reviravoltas da história e quem sabe se aventurar na leitura dos livros.

Tenham uma ótima sessão cinema! =)


Juliana

Trailer


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Livro: Pequena Abelha – Autor Chris Cleave

Oisss!!

A indicação de hoje é o livro Pequena Abelha do autor Chris Cleave, Editora Intrínseca.


Um amigo me disse que havia ganhado este livro de presente e estava terminando de lê-lo. Até ai tudo bem. Perguntei a ele do que se tratava e ele disse que não poderia me contar. Sugeri que escrevesse sobre o livro para o blog e ele me disse: Não sei como falar de um livro sem contar o seu conteúdo!

O que? Como assim? Eu sei, já diz o ditado que a “curiosidade matou o gato”, mas eu ainda prefiro acreditar que ele tem mesmo as suas sete vidas e bastou isto para atiçar a minha curiosidade, rs.

Entrei em um site de compras online e me deparei com a seguinte descrição:
“Não queremos lhe contar O QUE ACONTECE nesse livro. É realmente uma HISTÓRIA ESPECIAL, e não queremos estragá-la. AINDA ASSIM, você precisa saber algo para se interessar, por isso vamos dizer apenas o seguinte:
Essa é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa tomar uma decisão terrível, daquelas que, esperamos, você nunca tenha de enfrentar. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa... Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como essa narrativa se desenrola.”

Resolvi não insistir com meu instinto investigativo para não estragar a tal surpresa que diz ser o livro e me render à leitura da obra. Podem me dar de presente de Natal que eu aceito (será muito bem vindo, kkkk).

Acho que a indicação é válida, já que as referências são ótimas, inclusive de outras pessoas que também já o leram. Vai arriscar?

=)

Juliana


PS: Ah, só pra lembrar, quando eu terminar de ler, pode deixar que também NÃO irei contar a história! Ficou curioso? rs
...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Música: Firework – Kate Perry. Colaborador: Leandro Pacheco.

Bom dia! Sempre que possível, postaremos além das nossas criações, textos de algumas pessoas que decidimos chamar de colaboradores. Estes nos enviam seus textos com diversas sugestões e sobre os mais variados temas, com o intuito de enriquecer ainda mais a leitura de vocês, nossos visitantes. Assim sendo, segue abaixo um texto do nosso primeiro colaborador: Leandro Pacheco.

Blog Sala de Espera

“Você já se sentiu como um saco plástico, flutuando ao sabor dos ventos, querendo começar de novo? Você já se sentiu tão frágil como um castelo de cartas, a um sopro de desmoronar?”

É com essas perguntas que Katy Perry inicia sua música FIREWORK (Fogo de Artifício), cujo tema propõe uma ‘explosão pessoal’ para todos aqueles que algum dia se sentiram menores, desprezados, solitários, ou, como popularmente se diz, “um peixe fora d’água”.

A letra da música é questionadora e, ao mesmo tempo, um incentivo a que acreditemos em nós mesmos e descubramos que há dentro de nós uma força maior, pronta para nos levar aonde quer que desejemos chegar. Basta acreditarmos, ou melhor, como propõe Katy Perry, acendermos essa chama interior e deixar que seus resultados venham à tona, como as luzes dos fogos de artifício após a ignição.

O clipe da música é lindo, tudo nele propõe a união de forças, a começar pelo local da filmagem: Budapeste, capital da Hungria, cidade formada pela união das históricas Buda e Pest, e, na minha opinião, seus idealizadores conseguiram traduzir em imagem tudo o que a letra da música nos traz.

Vale à pena conferir o vídeo, se deliciar com as lindas imagens da Hungria e acender, de uma vez por todas, a ‘faísca’ que há dentro de você!

Leandro Pacheco

Para conferir a letra e tradução da música Firework acesse http://letras.terra.com.br/katy-perry/1731882/traducao.html

Clipe original da música

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Anos 80, 90...Eu tive infância, e você?

Se você nasceu, era criança ou adolescente nessa época com certeza irá lembrar-se de muitas coisas que fizeram parte da sua história.

A minha infância foi regada de brincadeiras nas ruas como carimbada (queimada), pular corda, pique-esconde, bete, bolinha-de-gude, amarelinha, futebol com o gol feito de garrafas pet...não havia limites para a criatividade! Subir em pé de manga tinha um gostinho de casa de vó e liberdade que não acabava mais.


Nessa época também foi o início da febre dos videogames. Quem nunca jogou em um Atari, Brick Game, Master System? Quem nunca soprou a fita do Super Nintendo pra funcionar e se esqueceu de salvar o Super Mário jogado por horas e depois ficou se odiando tendo que recomeçar? Top Gear, Street Fighter, Zelda, Donkey Kong, Pac Man...


Quem não se lembra de brinquedos como o Lego, Playmobil, Pogobol (que inclusive nunca consegui me manter em pé naquela porcaria, rs), Aquaplay, Pense Bem, Autorama, Comandos em Ação? Quem não vinha correndo da escola só para não perder os Smurfs, Capitão Planeta, Tundercats, Jaspion, Changeman, Jiraya, Popeye, Tom e Jerry, Ursinhos Gummy, Os Jetsons, Scooby Doo, Flintstones, He-man, ou mesmo ficava tentando advinhar qual era o segredo do desenho Caverna do Dragão?


Eu lembro e me acho brega de pensar que queria decorar a coreografia da música Thriller de Michael Jackson e sabia de cor todas as músicas da Xuxa (gente, mereço um desconto, eu era criança inocente kkk). O pior era saber os passos de lambada das músicas do Beto Barbosa (eu tinha até roupinha kkk). E como é bom ter lembranças de músicas do Balão Mágico, Trem da Alegria, e mais coisas da TV como Alf – O Eteimoso, Karatê Kid, Esqueceram de Mim, Rambo, Caravana da Coragem, Lagoa Azul (acho que vi umas 45678 vezes), Os Goonies, Caça Fantasmas, Top Gun.


Como eu adorava e colecionava aquelas fotos de animais que vinham no chocolate Surpresa! E tinha também o Lollo, Chiclete Ping Pong, Bala Kleps que vinha em tiras, Cigarrinho de Chocolate Pan, Pirulito Pirocoptero, Bala Soft, Chita e 7 Belo (aquelas que foram feitas para engasgarem os meninos e matar todo mundo de susto, rs).


Uma excelente fonte para quem quer curtir aquela boa nostalgia é o site
http://www.voceselembra.com/ e o vídeo com várias imagens dos anos 80/90 http://www.youtube.com/watch?v=rd4uTRKmrUU&feature=player_embedded postado no youtube.
Lembrei de muita coisa que vi por lá e posso dizer com certeza: eu tive infância, e você?

Juliana

domingo, 7 de novembro de 2010

Filme: Cela 211. No lugar errado, na hora errada?


Embora meio avessa a filmes sobre rebeliões e presídios, ontem dei uma chance a um longa sobre o tema e que, inesperadamente, muito me agradou.

Cela 211
(Cell 211), do diretor Daniel Monzón, traz a história do jovem Juan (Alberto Ammann) que, no intuito de causar uma boa impressão em seu novo emprego como guarda penitenciário, se apresenta um dia antes de seu primeiro dia de trabalho. Ao ingressar no presídio para conhecer as instalações, sofre um acidente minutos antes de uma rebelião no setor dos presos mais perigosos e temidos. Ao invés de ser levado à enfermaria, o rapaz é deixado à própria sorte na Cela 211. Ao despertar, ele percebe a situação na qual se encontra e, para tentar salvar a própria vida, se passa por um preso a mais entre os amotinados. A partir deste momento, Juan passará por situações inesperadas, sem saber o que o destino tem reservado para ele (não vou contar o final kkkk).

Para mim, quando o filme terminou, eu pensei: no lugar errado, na hora errada. Será mesmo? Ou seria o destino? Ao contrário de muitos, eu sinceramente não acredito muito nessa coisa de destino, acredito, quem sabe, na sorte.


Às vezes perdemos um ônibus, um avião, chegamos atrasados em um compromisso, mas será que já paramos pra pensar se talvez aquele momento não fosse uma jogada do destino, um golpe da sorte, ou até mesmo do azar? Será que sempre estamos onde realmente deveríamos estar? Acho que nem sempre conseguiremos ter respostas para estes questionamentos.

Por enquanto, fica a dica para a sessão cinema e a liberdade de tirar suas próprias conclusões.

Bom restinho de domingo. =)

Juliana