Não importa se você vai elogiar ou dar sugestões, mas não saia dessa Sala sem deixar seu comentário!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Filme: O grande Hotel Budapeste


Segundo Alexandre Schnabl, o filme “O Grande Hotel Budapeste” (The Grand Hotel Budapeste) vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim desse ano, é o suprassumo do velho luxo de um universo que foi sepultado pelo Século.

“Ainda há um lampejo de civilização no açougue bárbaro que se tornou a humanidade”. Essa máxima, proferida pelo Monsieur Gustave (Ralph Fiennes) algumas vezes ao longo da projeção, revela exatamente o que existe por trás da comédia “O Grande Hotel Budapeste”. O diretor Wes Anderson (Os Excêntricos Tenenbaum, A Vida Marinha de Steve Zissou, Viagem a Darjeeling), um dos nomes mais criativos e incensados da Hollywood atual, tece uma deliciosa comédia na qual o personagem principal é um concierge de um hotel de luxo na fictícia Zubrowka, na Europa do Leste, antes desta passar pelas agruras da revolução e mudar para sempre com a guerra.

Segundo o site G1 somos convidados a conhecer a República (imaginária) de Zubrowka, país situado nos confins do leste europeu e que abriga um hotel que reina no alto de uma montanha. Tanto o país quanto o hotel foram afetados por grandes acontecimentos no século 20: a “Belle époque” cedeu lugar a um crescente fascismo, que culminou com uma guerra. Como se não bastasse, o país fez parte do bloco comunista. Eis o pano de fundo em que se desenrola o filme.

Não faltam elogios ao filme. Não sem motivo, visto que não lhe faltam superlativos, a começar pelo elenco, um verdadeiro desfile de grandes atores.

Em cena, Ralph Fiennes (M. Gustave, o concierge), Jude Law (jovem escritor), Adrien Brody (o vilão Dmitri), Edward Norton (o militar Henckels), Bill Murray (o amigo de Gustave, M. Ivan), sem falar na memorável atuação de Tilda Swinton, irreconhecível na pele de uma milionária octagenária, Madame D.

Seria injusto não mencionar a excelente atuação do novato Toni Revolori (Zero, fiel escudeiro do concierge) e da bela Saoirse Ronan (Agatha), sua namorada.

Além desta constelação de talentos, o filme impressiona pela fluidez com a qual a ação se desenrola. Tanto os atores, quanto o roteiro, a fotografia, o figurino, tudo foi pensado de modo a fazer da trama de Wes Anderson uma verdadeira alegoria dos eventos que marcaram a Europa no século passado através daqueles que o viveram.

A trajetória do concierge vivido por Ralph Fiennes chega até nós graças ao encontro com aquele que foi seu fiel escudeiro, Zero (na maturidade, interpretado por F. Murray Abraham) com um jovem escritor - espécie de alter-ego do escritor Stefan Zweig (austríaco que, desencantado com os rumos da 2ª guerra, suicidou-se em Petrópolis, em 1942), cujos livros serviram de inspiração na construção do roteiro.

Esta parte da ação ocorre nos anos 1960, mas logo seremos transportados aos anos gloriosos do hotel, no começo da década de 1930, quando os corredores eram percorridos pela elite europeia e M. Gustave era um verdadeiro maestro, tendo que lidar com os caprichos dos hóspedes, mas também com a rotina dos empregados - tudo isto sem jamais perder a classe.

“O grande Hotel Budapeste” é um filme em que cada personagem parece retratar com grande talento os encantos deste microcosmo – e a trama apresenta reviravoltas no melhor estilo Agatha Christie. Visualmente, a sincronia dos movimentos da câmera em relação ao roteiro e às nuances de interpretação remete a filmes como “Delicatessen” (de Jean-Pierre Jeunet, 1991).

O edifício usado nas filmagens foi uma antiga loja de departamentos localizada em Gorlitz, cidade alemã junto às fronteiras com a Polônia e a República Tcheca.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Filme: Planeta dos Macacos

Ei pessoal,

Tudo bem?

O filme Planeta dos Macacos era uma grandes apostas para 2014. E, ao que tudo indica, ele conseguiu superar as expectativas dos "seguidores" dessa história.

Segundo o site Info Abril a sequência de ficção científica bateu um filme de terror, uma animação de família e uma comédia para adultos e manteve a liderança nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá por dois fins de semana seguidos. O filme já arrecadou mais 36 milhões de dólares em ingressos.

Para que não conhece nada dos filmes anteriores, segue uma rápida explicação e, ao mesmo tempo, uma visão crítica do filme em cartaz.


Quando, lá em 2001, o grande (chego a dizer genial) cineasta Tim Burton dirigiu mais um filme da franquia Planeta dos Macacos, todos nós acreditávamos que a série daria um salto de criatividade e entregaria uma obra-prima, tal qual muitos dos filmes dirigidos por Burton. Ledo engano. O filme de 2001 chegou a ser constrangedor de tão ruim, mal explorado e narrativamente uma lástima. Coube então ao diretor Rupert Wyatt dar um novo gás à história e filmar um reboot de tudo, que veio com o nome de Planeta dos Macacos: a Origem. Uma surpresa de filme, tudo lindo, uma história densa, com personagens interessantes e com uma enorme possibilidade de desenvolvimento a médio prazo daquele roteiro. César representava a mistura perfeita da relação entre homens e macacos e sua história não poderia jamais terminar com o desfecho de a origem.

Assim, estamos cá, dez anos após os acontecimentos da ponte Golden Gate, em São Francisco. Neste hiato, um vírus criado em laboratório dizimou grande parte da população mundial e os sobreviventes de São Francisco buscam encontrar uma solução para contornar o problema da falta de energia elétrica. Eles descobrem uma forma de resolver a questão, porém isso os leva ao território onde César e outros macacos geneticamente modificados desenvolveram o que podemos chamar de lar, com todas as nuances que uma pequena sociedade possui. E é exatamente neste instante, quando se descobre que a salvação de um grupo dependia da (talvez) destruição de outro, que acontece a representação narrativa do título: o confronto.

Não poderia estar mais feliz com a continuação daquela história comandada por James Franco (sim, ele era o protagonista de Planeta dos Macacos: a Origem). Se no primeiro, a história era mais densa e cheia de camadas, afinal de contas, estava-se contando como tudo começou, neste aqui a história ganha um ritmo mais frenético, alucinante e caótico, no melhor sentido possível. O diretor Matt Reeves (que também dirigiu o ótimo Cloverfield e o interessante Deixe-me Entrar) conseguiu jogar o espectador para dentro da selva de uma forma tão tensa – e intensa – que somos levados a todo o momento a acreditar que aqueles macacos são tão reais quanto os humanos. É absolutamente digno de aplausos a verossimilhança que o filme adquiriu, com ares de um processo natural que em algum momento da história acontecerá.

Mas para que esse tom de realidade alcançasse níveis de perfeição era necessário que houvesse um ator que de alguma forma conseguisse adentrar na alma de um macaco evoluído. É exatamente desta necessidade que nasce o genial trabalho de Andy Serkis, que não somente dá vida ao personagem protagonista desta sequência (sim, César é o protagonista de Planeta dos Macacos: o Confronto) como joga para as alturas o nível de qualidade de um personagem macaco na história do cinema. Será difícil algum outro personagem deste gênero chegar aos pés do trabalho realizado por Andy Serkis, que novamente merece ao menos uma indicação ao Oscar (sabemos o quão difícil será).

O roteiro, de Mark Bomback, Rick Jaffa e Amanda Silver, consegue desenvolver a história com muito mais agilidade e dinamismo que o seu antecessor. Era o esperado, pois aqui as cartas já estavam lançadas, não sendo necessário começar do zero toda a estrutura essencial da história; César já era um macaco maduro, que liderou por uma década sua comunidade, chegando a níveis quase humanos de evolução, como a incrível capacidade de dialogar, nem que seja com palavras chaves, com os outros macacos. Ou seja, o roteiro teve o foco todo no primeiro grande embate dos macacos com os humanos.

Os efeitos especiais e sonoros são tão competentes que beiram a perfeição. Aliado à isto temos o trabalho de ambientação do filme, de construir esta atmosfera caótica em que se encontra a história. Estamos quase que num apocalipse, com a humanidade em perigo e com a comunidade de macacos em constante evolução. Neste sentido vemos o confronto como algo realmente inevitável, e que serve como um primeiro round do que posteriormente virá: a guerra. Essa é ao menos a tendência, baseado no desfecho do filme, bem como no que sabemos sobre a mitologia da franquia Planeta dos Macacos.

Mas enfim, isso é assunto para as próximas sequências. O que fica de Planeta dos Macacos: o Confronto é uma história que não somente manteve o nível narrativo do seu antecessor, como evoluiu (tal como os macacos) em questões técnicas e de efeitos especiais. Assim podemos afirmar que no final do ano veremos o filme de Matt Reeves ser lembrado em muitas listas de grandes filmes de 2014. E será merecido.

Fonte: Cabine Cultural

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Filme: 15 Locações de Filmes Famosos


A área de lançamentos de foguetes do filme Apollo 13 (1995) é, na verdade, o Edifício de Montagem de Veículos (Vehicle Assembly Building) da Nasa, localizado na Flórida (EUA).


Esta é a escadaria do Edifício Bradbury, localizado no centro de Los Angeles. Os degraus serviram de cenário para o filme O Artista (2011).


Este prédio na esquina da 9ª Rua com a Avenida Euclid, em Cleveland, Ohio (EUA), serviu de locação para a cena da batalha entre os Vingadores (2012) e os Chitauri.


A Casa Antony, na Cornualha (Reino Unido), foi usada como locação para o filme Alice no País das Maravilhas (2010).


O Johnie’s Coffee Shop Restaurant, localizado no Wilshire Boulevard, em Los Angeles, foi usado como cenário de Cães de Aluguel (1992).


Já a cena inicial do filme, na qual a máfia se reúne, está localizada no Eagle Rock Boulevard, em Los Angeles.


O banco de Forrest Gump (1994) está localizado na praça Chippewa, Savannah, na Geórgia (EUA).


A casa de Donnie Darko (2001) está localizada em Long Beach, na California (EUA).


As cenas do Banco Gringotes de Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001) foram gravadas dentro da Australia House - este imponente edifício de Londres, no Reino Unido.


A clássica cena inicial de Bonequinha de Luxo (1961) foi gravada no prédio da joalheria Tiffany’s and Co., localizada em Manhatan, Nova York (EUA).


Aquele edifício enorme em que ocorre a maioria das cenas de Duro de Matar (1988) é o Hotel Fox Plaza - localizado em Beverly Hills, na Califórnia (EUA).


As cenas do planeta Tatooine da saga Star Wars foram filmadas no deserto de Ong Jmel, na Tunísia.


A Mansão Wayne da trilogia Batman é, na verdade, um palácio rural inglês chamado de Mentmore Towers. Está localizado em Buckinghamshire no sul do Reino Unido.

Fonte: Revista Super Interessante

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Filme: 50 Tons de Cinza


A trilogia literária traduzida em 52 línguas e que já vendeu mais de 90 milhões de cópias em todo o mundo chegará as telas dos cinemas. Os direitos de adaptação da trilogia (que inclui Cinquenta Tons Mais Escuros e Cinquenta Tons de Liberdade) foram comprados pela Focus Features e pela Universal.

O longa está previsto para ser lançado em 14 de fevereiro de 2015, data em que se celebra o Valentines Day.

O trailer foi lançado no dia 24/07 e teve o melhor desempenho em redes sociais no ano até agora, segundo dados da consultoria ListenFirstMedia publicados pelo site da revista “Variety” nesta sexta-feira (25).

Nas primeiras 24 horas após ter sido lançado, o trailer do longa alcançou 1,2 milhão de “curtidas” no Facebook. Os perfis do filme na rede social, no microblog Twitter e no aplicativo Instagram ganharam 986 mil seguidores nesse período. Com isso, “50 tons de cinza” alcançou 3,9 milhões de fãs.

Com 2 minutos e 24 segundos de duração, o vídeo de início apresenta o primeiro encontro entre os protagonistas (até aquele momento, desconhecidos um do outro). O futuro casal é formado pelo milionário sedutor e dominador Christian Grey (Jamie Dornan) e pela ingênua estudante de literatura Anastasia Steele (Dakota Johnson). A serviço de um jornal, ela vai até a empresa dele para entrevistá-lo.

O filme também foi assunto de conversas nessas redes. Só no Twitter, foi mencionado 374 mil vezes nessas 24 horas. O filme “A Culpa é das Estrelas”, em comparação, foi citado em 237 mil mensagens no microblog no mesmo período.

O elenco do filme tem ainda o ator Luke Grimes e a cantora Rita Ora, interpretando, respectivamente, Elliot e Mia Grey, irmãos adotivos de Christian.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Trilha Sonora do dia: Músicas da novela Império (vale à pena conferir)

Ei Pessoal,

Tudo bem?

Depois de tantos dias de calor e tempo seco, enfim, fomos presenteados com essa chuvinha maravilhosa.

Pra mim esse tempo combina com música boa e um chocolate quente. A receita do chocolate já postei aqui no blog (http://sldeespera.blogspot.com.br/2011/06/hummm-chocolate-quente.html).

Como não sou fanática por novelas, mas tenho visto muitos comentários sobre a Trilha Sonora da novela da Globo, Império hoje pela manhã resolvi dar uma olhada nas músicas. Realmente tive que concordar com os elogios e acabei me rendendo às canções.

Então, nesse dia gostoso de chuva, compartilho com vocês algumas músicas da trilha sonora.

1. "Lucy in the sky with diamonds", dos Beatles, e interpretada por Dan Torres.


2. Dona - Roupa Nova


3. Meu Rio - Maria Gadú


4. A Sky Full of Stars - Cold Play


5. All of me - John Legend

Profissão: Quais as diferenças entre um bom profissional e um excelente?

Mas o que é ser um excelente profissional? 
Quais as diferenças entre um bom profissional e um excelente? 
Um excelente profissional decifra os códigos da inteligência e desenvolve pelo menos cinco marcantes hábitos multifocais.
 
1º  Habito 
Não é o que mais trabalha, é o que mais pensa.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJhDv3O6Q5as81iIzHN5pxLef6i2aDPP8RZHGrWaAUWlnyJskTEdiVv4IB_8FnBPqMVsjd1RTUWRjNp5FwqE9_Roautr3ev25S6sPwfn0NJuoNytcsh6y25yeuo18Wwl8iJCiSreYM3sQ/s250/pensar.jpgNão é o previsível, mas o que surpreende. Não é o que repete comportamento, mas o que se reinventa. Não é o que engessa a mente, mas o que liberta a imaginação. As empresas e universidades são canteiros de excelentes profissionais?  Não, são exceções.
Bons profissionais fazem tudo que te pedem, enquanto excelentes profissionais surpreendem, fazem mais do que te solicitam.
Um bom profissional executa as tarefas que lhe são solicitadas, enquanto um excelente profissional decifra o Código da Intuição Cria­tiva e faz muito mais do que te pedem.
Um bom profissional é correto, ético, responsável, mas não se doa não se entrega não faz nada além do que está contratado para fazer. Um excelente profissional faz coisas que superam suas obrigações.
Um bom profissional vive em um cárcere da rotina, não tem flexibilidade, só consegue andar se tiver um mapa. Ter medo de falhar, ser criticado, ter novas atitudes. Um excelente profissional tem ginga, é ousado, criativo, inovador, perspicaz.
Um bom profissional respeita o programa, um excelente abre as janelas da sua mente e ultrapassa suas fronteiras. Um bom profissional descobre o obvio, um excelente deixa fluir o raciocínio e descobre o novo.
Um bom profissional prefere a segurança dos terrenos conhecidos, um excelente prefere a insegurança de terrenos inexplorados.
Um bom profissional pertence ao rol dos comuns, enquanto um excelente profissional pertence ao grupo dos estranhos no ninho, embora seja sociável. O que move um excelente profissional a ser diferente não é o desejo de estar acima dos seus colegas, mas seu código altruísta, seu desejo de servir e contribuir.
Se alguém pede para um excelente profissional procurar determinadas informações, ele procura conseguir dados alem dos solicitados. Se te pede para remendar uma rachadura na parede, procura também reparar outras rachaduras não detectadas. Se alguém te solicita encontrar uma alternativa para um determinado problema, estuda o máximo de possibilidades. Se te pedem água, como decifrou o Código do Carisma, também oferece um café.
Um bom profissional executa o previsível, um excelente faz o imprevisível.
Um bom profissional passa despercebido, um excelente, por mais simples que seja seu trabalho, jamais deixará de ser notado. Encanta, envolve, influencia.
Os princípios de um excelente profissional podem e devem ser trabalhados tanto no intelecto de um faxineiro de uma empresa como na mente do executivo que a dirige. Advogados, secretárias, estagiários  dariam um salto profissional se os aplicassem. São universais.
 
2º  Hábito
Bons profissionais corrigem erros, enquanto que excelentes profissionais os previnem.
http://opiniaoduvidosa.files.wordpress.com/2012/05/banner-methodology1.jpgBons profissionais fazem o que podem para reparar um acidente, profissionais brilhantes fazem o que podem para evitar que eles ocorram. Os novos tempos exigem uma liderança especializada em prevenir crises e não em corrigi-las.
 Bons profissionais apagam o fogo, enquanto os excelentes previnem o incêndio. Bons profissionais tratam os sintomas, enquanto profissionais excelentes previnem as doenças. Bons profissionais têm um raciocínio lógico-linear, excelentes têm um raciocínio esquemático e histórico-social.
Corrigir erros gera aplausos públicos, preveni-los nem sempre gera glamour social, mas produz um reconhecimento insubstituível e anônimo, o da própria consciência. Os médicos sanitaristas raramente são valorizados socialmente, mas e se não fossem as vacinas?
Um bom profissional desconhece a arte da duvida, suas verdades são inquestionáveis, é um deus a procura de servos, enquanto um excelente profissional sabe que é um ser humano imperfeito vivendo em um ambiente imperfeito. E um líder que procura pensadores. Manipula a arte da duvida com maestria e humildade. Pergunta continuamente:
“O que pode dar errado na frente?"
"Que falhas cometi e não percebi?”
“O que não estou enxergando?"
Tentar vender produtos e serviços quando a empresa está em decadência é a atitude de bons executivos, mas libertar a intuição criativa para inovar, reciclar e se reinventar quando a empresa está no auge é uma atitude dos excelentes profissionais.
 
 3º Hábito
 Bons profissionais executam ordens, enquanto profissionais excelentes pensam pela empresa.
http://cdn1.negociofitness.com.br/wp-content/uploads/2012/12/A-diferen%C3%A7a-entre-ser-l%C3%ADder-e-estar-l%C3%ADder.jpgBons profissionais desejam primeiro ser gestores de sua empresa, enquanto excelentes profissionais almejam ser primeiro gestores da sua mente. Sabem que ninguém pode ser um brilhante líder no teatro social, se não for primeiro um grande líder no teatro psíquico.
Bons profissionais obedecem a ordens, enquanto excelentes profissionais pensam pela empresa. Os que obedecem a ordens só enxergam a crise depois de instalada, mas os que pensam pela empresa percebem seus sinais sutis antes que ela surja.
Bons profissionais são gastadores compulsivos, enquanto excelentes são poupadores compulsivos, mas nunca deixam de investir em seus sonhos e lazer. Bons profissionais vivem o presente; excelentes, planejam o futuro.
Bons profissionais pensam que pensam, mas no fundo repetem as ideias, enquanto excelentes constroem-nas. Bons profissionais fazem propaganda das suas obras, enquanto excelentes profissionais esperam que os outros a reconheçam.
Bons profissionais são vitimas de stress, vivem agitados, ansiosos, sofrem por antecipação, têm ataque de nervos na empresa, enquanto excelentes profissionais, ainda que tenham stress, redesenham seu estilo de vidas, não descarregam em seus colegas sua ansiedade, procuram decifrar o código da proteção da emoção.
 
4º Hábito
 Bons profissionais são individualistas, enquanto excelentes trabalham em equipe, lutam pelo cérebro do time.
http://savecoaching.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Trabalho-em-equipe.jpgBons profissionais vivem ilhados, enquanto profissionais ex­celentes vivem interagindo. Bons profissionais valorizam a força do individuo, profissionais brilhantes valorizam a força do grupo.
Bons profissionais lutam pelo extremismo, enquanto profissionais excelentes lutam pelo sucesso da equipe.
Profissionais excepcionais sabem que trabalhar em equipe é mais do que estar juntos, é cruzar mentes. Sabem que é mais do que se sentar na frente um do outro e emitir opiniões, mas deixar fluir o pensamento, construir uma mesa de ideias, traçar objetivos, definir focos.
Bons profissionais são ingênuos, desconhecem as armadilhas da sua mente e de seus colegas, enquanto que excelentes profissionais ter consciência de que todos os membros da equipe, inclusive ele, possuem fundamentos alojados no seu inconsciente: o fundamentos do "ego", das "vaidades", dos "paradigmas rígidos", da "hipersensibilidade", da "necessidade neurótica de prevalecer nossas idéias".
Sabe que até a timidez é uma formas sutil de disfarçar nosso orgulho, o orgulho de ser exposto, de ser preservado, de não colocar em xeque nossas opiniões.
Sabe ainda que por mais democrático que sejamos, todos nos temos um pequeno ditador em nosso inconsciente, até quando hasteamos a bandeira da humildade. Por isso, são facilitadores do debate, exaltam a participação dos membros, valorizam as respostas que não são aproveitadas, estimulam a democracia das idéias, promovem o código do altruísmo, colocam combustível no código do altruísmo, aplainam o relevo das vaidades.
 
5º Hábito
 Bons profissionais usam o poder do medo e das pressões, enquanto excelentes usam o poder do elogio. 
http://www.blogcdn.com/jobs.aol.com/articles/media/2012/12/new-worker-620jt121712.jpgBons profissionais são aptos para cobrar, pressionar, punir, mas excelentes profissionais são aptos para encorajar, estimular e apostar no seu time. Sabem que quem pressiona e pune seus pares está apto para lidar com números, mas não com seres humanos. Não ter a necessidade neurótica de estar sempre certo ou de ser o centro das atenções.
 Excelentes profissionais conhecem o funcionamento da mente, sabem que o que determina o impacto das suas palavras não é o seu tom de voz, mas a imagem que construiu no inconsciente coletivo das pessoas. Se a imagem é excelente, pequenas palavras bastam; se a imagem for ruim, gritos não serão suficientes.
Sabem que o poder do elogio é muito mais eficiente do que o poder do medo e das pressões. Têm plena consciência de que tanto para corrigir seus liderados quanto para motivá-los, em primeiro lugar deve-se conquistar o território da emoção e depois o da razão. Vive esse pensamento: quem não saber elogiar não é digno de receber elogios. Sabem que seus funcionários não são seus servos, mas seus parceiros. Encanta-os, dá uma ducha de carisma em todos os setores em que trabalha e atua.
Excelentes profissionais sabem que liderança e carisma não dependem da cultura lógica, acadêmica. Ha. pessoas cultíssimas, mas que são intragáveis, enquanto que há pessoas simples que são internamente atraentes.
Muitos profissionais como advogados, técnicos e juízes estão se formando sem decifrar minima­mente os códigos da inteligência. Saem hábeis para conviver com máquinas e animais, mas não com pessoas e nem com seus conflitos.
Só fazem o trivial, só realizam o esperado. Não surpreendem, não arrebatam, não encantam, não motivam. Não entendem que aprender a pensar e surpreender vale mais do que muitos diplomas.
 
Finamente para refletir:
· Sucesso é atitude. Faça só o excelente. Se acabar o vento, reme.
· Bons profissionais executam ordens, enquanto profissionais excelentes pensam pela empresa.

EXCELÊNCIA: Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito.

FOCO: Se você não sabe aonde está indo, qualquer lugar servirá.

INOVAR: Se existe uma forma de fazer melhor... Descubra-a!

LIDERAR é a arte de despertar nos outros a vontade de fazer.

MUDAR: A única certeza estável é a certeza de que tudo vai mudar.

PENSE GRANDE:  O perigo não está em pensar grande e não conseguir. O perigo está em pensar pequeno e conseguir. Pense Grande!

PERSEVERANÇA: Não desista. Faça outra vez, outra vez e outra vez, até conseguir.

QUALIDADE: O que merece ser feito, merece ser bem feito.

SUCESSO: Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez.

A POLIDEZ: A polidez conquista mulheres, homens, amigos, colaboradores e além de tudo, o sucesso!

Os membros de uma equipe vencedora lutam contra os seus concorrentes. Os membros de uma equipe perdedora lutam entre si.

Não há nada como um sonho para criar um futuro.

Fonte: Vallim Advogados

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Trilha sonora do dia: Dirty Loops - Wake Me Up


Eles são amigos de longa data e colegas de escola de música. Jonas Nilsson (vocal / teclados), Henrik Linder (baixo), e Aron Mellergardh (bateria) são de Estocolmo, na Suécia, e acabaram ficando conhecidos com o vídeo da música “Just Dance” de Lady Gaga. O vídeo foi feito no inverno de 2010, enquanto os três membros da banda participaram Royal College of Music, em Estocolmo. Foram mais de 100 mil visualizações no YouTube e 10.000 ações no Facebook nos dois primeiros mês do lançamento, sem qualquer promoção ou conhecimento da mídia social.

Os covers também incluem Justin Bieber, Britney Spears, Justin Timberlake e Rihanna.

A aparência deles não é nada convencional e nem a qualidade musical, afinal eles são muito bons, algo difícil de se ver atualmente.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Filme: Transformers - A Era da Extinção

Gente,

Como assim? Esse filme já estreou e ninguém me avisou? Rs.

Já disse outras vezes que sou fã dessa franquia, apesar de ter consciência que a história é bem fantasiosa. No entanto, com tantas notícias sobre a Copa do Mundo acabei não percebendo que a estréia estava próxima. Confesso que fiquei um pouco desanimada quando li as críticas na internet, mas ainda vou assistir ao filme para conferir. Talvez não seja tão ruim quanto ao está sendo dito (assim espero). 

Abaixo estão algumas informações interessantes que encontrei:




Conforme o site Info Abril, o quarto filme da série de robôs transformistas do diretor Michael Bay, “Transformers: A Era da Extinção” estreou neste final de semana nos EUA e em alguns países pelo mundo. E em apenas três dias, conseguiu arrecadar 301,3 milhões de dólares em bilheteria, sendo um terço disso só em território norte-americano – o que inclui o Canadá.

A considerável quantia já é suficiente para pagar os custos da produção – que foram de altos 210 milhões de dólares – e para colocar o filme definitivamente na categoria de blockbuster. E apesar de ainda não liderar o ranking anual de arrecadação, os Autobots já caminham para isso: ao menos na estreia na América do Norte, o longa ultrapassou o mais recente do Capitão América, que ficou nos 95 milhões de dólares em seus três primeiros dias lá em abril.

Dentro da série, no entanto, o “A Era da Extinção” ainda ficou em segundo entre os que mais arrecadaram com bilheteria doméstica (norte-americana, no caso) na estreia. “A Vingança dos Derrotados”, segundo da franquia, bateu os 108 milhões de dólares logo de cara, embora ainda fique atrás do “Lado Oculto da Lua” em termos de total pelo mundo – são 836,8 milhões de dólares de Transformers 2 contra 1,12 bilhão de dólares do terceiro. Dá para imaginar, então, que a briga de robôs e dinossauros contra os vilões consiga um resultado parecido ou maior no fim das contas.

Assim como os outros três longas da franquia, “A Era da Extinção” é um sucesso nas bilheterias, mas está longe de ser amado pela crítica especializada. No agregador de notas Rotten Tomatoes, por exemplo, a média do filme é de pífios 17/100, muito menor do que a do primeiro (57/100). No IMDB, a situação é um pouco melhor, com uma nota de 6,5, um pouco pior do que os 7,4 do primeiro e melhor do que as dos outros dois filmes. No Metacritic, por fim, os 31 pontos de 100 possíveis colocam a nova obra de Michael Bay como a pior da série.
Mas avaliações de terceiros à parte, “Transformers: A Era da Extinção” coloca o grupo de Autobots de Optimus Prime contracenando com os Dinobots – ou dinossauros robóticos que até cospem fogo, possivelmente os maiores atrativos da obra.

O filme até funciona como uma sequência dos outros três, mas tem um elenco bem diferente. Mark Wahlberg felizmente toma o lugar de Shia LeBeouf como o mocinho, enquanto Nicola Peltz assume o antigo papel de Megan Fox e Rosie Huntington-Whiteley como a musa que o diretor fez questão de ter em todos os seus filmes com os autobots.

Fora os dois, o longa ainda tem Stanley Tucci (de Jogos Vorazes) e Kelsey Grammer (o Fera de X-Men) no elenco. 

domingo, 13 de julho de 2014

Texto: A verdade sobre o Brasil



Li esse texto e senti uma vontade imensa de compartilhar, afinal "classificar" um país como bom ou ruim, não depende apenas de ganhar a Copa do Mundo.

"Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e pasmem: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de ‘Como conquistar o Cliente’.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos...
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa. Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc… Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas..
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem? Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
É! O Brasil é um país abençoado de fato. Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos. Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques. Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente. Bendita seja, querida pátria chamada BRASIL!


Escritora holandesa Aliefka Bijlsma